Sage, o sistema mais eficiente para restauração

Sage, o sistema mais eficiente para restauração
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O corrupio no dia-a-dia de um restaurante, café, pastelaria ou outro estabelecimento de restauração é por si só desgastante. A informatização dos sistemas, sobretudo no que toca a exigências por parte da Autoridade Tributária e outros agentes de fiscalização do setor, pode ser um problema que se transforma numa bola de neve, caso não sejam adquiridos os equipamentos adequados ao negócio.
A restauração não é toda igual. Cada estabelecimento tem as suas especificidades. Por isso, os programas de gestão da atividade, dos fornecedores e clientes não pode ser estático. O software Sage é sem dúvida o mais procurado, pois tem resultados efetivamente reais e é de facto uma ferramenta que facilita a gestão do negócio.
Trata-se de um software certificado (um fator muito importante face às fiscalizações), que é compatível com os principais sistemas, nomeadamente Windows, Android e Linux. Está ainda para breve a adaptação do programa a IPAD e IPOD. Como mais-valia tem acesso remoto aos relatórios de atividade do negócio e a um backoffice onde é possível gerir stocks e as contas dos fornecedores.

 sage

O Sage é uma ferramenta de gestão avançada para restauração

Com o negócio à distância de um click e rapidez no atendimento ao cliente do café ou restaurante sobra certamente mais tempo para fazer crescer a atividade. O software tem precisamente essa vantagem, ou seja, adapta-se às necessidades da pequena empresa à medida que esta cresce. O proprietário passa a ter a burocracia do estabelecimento mais organizada, com menos papeis e acessível num suporte com muitas possibilidades de gestão.
Para otimização de cada estabelecimento, o software Sage apresenta-se com módulos adaptados à área de atividade, seja ela um bar, discoteca, restaurante, cafetaria ou pastelaria. O ecrã é otimizado para os produtos comercializados, de forma a que os utilizadores possam trabalhar facilmente com o programa.
A sua funcionalidade vai ainda mais longe ao incluir o desenho do espaço, com a indicação das mesas e respetiva numeração. Assim, é mais fácil processar a conta e dividi-la em pagamentos parciais, se for esse o caso. No que toca particularmente à restauração, este programa possibilita a comunicação direta dos pedidos para a cozinha/ área de preparação.

 

Integração com backoffice sincroniza as ações diárias com compras ou fornecedores

Sinal dos tempos modernos, com a nova tecnologia o empresário consegue aceder à aplicação e usá-la mesmo quando não está no estabelecimento.
Os fornecedores do sistema Sage asseguram ainda que este é compatível com o computador (incluindo Linux) e com tablets (Android e Windows). Está ainda associado a PDAs, ementas eletrónicas e comandos via rádio X64, entre outras funcionalidades, que permitem uma melhor fidelização dos clientes.
A oferta de serviços e possibilidades de programação é tão alargada e eclética que a solução passa por uma análise detalhada do restaurante (ou outro estabelecimento) a que se destina. O Sage tem tantas opções, que torna possível desenhar um sistema quase «exclusivo» para cada cliente.

 

Se procura um software credivel, eficaz e certificado, consulte a Winsig que assegura todo o processo de instalação do sistema e acompanhamento constante para uma gestão avançada e eficiente do negócio

Ligue um iPhone ao seu Carro com o Apple CarPlay

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Finalmente, o Apple CarPlay, um software que lhe possibilita utilizar aplicativos do iPhone no seu carro, irá começar a ter uma presença cada vez mais abrangente no mercado automóvel. De acordo com a multinacional norte-americana, o CarPlay proporciona uma forma mais inteligente e segura de usar o iPhone no carro, permitindo que utilize algumas das suas funcionalidades mais populares, mantendo, no entanto, a segurança na estrada.

Como funciona o Apple CarPlay?

apple car play
O Apple CarPlay é um software que permite a integração dos aplicativos do iPhone nos sistemas digitais do seu carro, fazendo com que possa controlar os mesmos de uma forma mais eficiente.

Para ligar o iPhone ao veículo, apenas tem de usar um cabo Lightning, uma vez que a opção sem fios não está disponível, pelo menos por enquanto. Após o carro detectar a ligação ao seu iPhone, ele irá mostrar na tela do seu painel o ícone do software e, em simultâneo, atualizar quaisquer outros aplicativos compatíveis. O CarPlay suporta vários aplicativos populares e típicos do iPhone, como é o caso do: Audiobooks.com, Beats Music, Podcasts, Spotify, Overcast, Umano, entre outros. Embora, o leque de aplicativos disponíveis ainda seja algo limitado, é assegurado que o mesmo será aumentado de forma significativa no futuro.

Este sistema pode ser facilmente usado durante a condução. O CarPlay permite que o condutor veja e use através da tela (ecrã tátil) no painel do carro alguns dos aplicativos do iPhone, embora tenha a opção de recorrer ao Siri, o assistente vocal do iOS da Apple, para fazer algumas operações, como é o caso de fazer chamadas, ler, responder e enviar mensagens, ouvir música, entre outras opções. Além do controle através do toque no ecrã tátil e do recurso ao Siri, o usuário pode também utilizar os botões no volante e outros controladores na viatura para usar algumas funcionalidades do sistema.

Tanto o Siri como o interface intuitivo proporcionado pelo sistema, permitem que o condutor usufrua das funcionalidades que pretende, mas mantendo, concomitantemente, a segurança na estrada.

A compatibilidade do Apple CarPlay

Naturalmente, este sistema, devido às suas características e funcionalidades, não é compatível com todos os iPhones nem todas as viaturas estão preparadas para o mesmo.

No caso concreto dos iPhones, só são compatíveis com o Apple CarPlay os dispositivos lançados a seguir ao iPhone5 (inclusive). Portanto, isto significa que os dispositivos lançados anteriormente no mercado não são compatíveis com o mesmo.

Quanto à lista de veículos que irão disponibilizar a integração deste aplicativo a mesma ainda é algo seletiva, De qualquer forma, é possível encontrar desde marcas de carros desportivos e de luxo, como é o caso da Ferrari e da Mercedes-Benz, até às marcas de carros mais convencionais, como a Hyundai ou mesmo a Ford. Porém, mesmo assim, a integração noutras viaturas não foi esquecida e, recorrendo a dispositivos disponibilizados pela Pioneer ou pela Alpine, é possível ter o CarPlay no seu próprio carro.

No Apple CarPlay tudo foi pensado ao pormenor, pois, além de todas as funcionalidades oferecidas pelo aplicativo, como as que veiculamos acima, a segurança não foi descurada, pelo contrário, sendo que o iPhone fica bloqueado quando estiver ligado ao carro, para evitar qualquer tentação de usar o mesmo durante a condução.

14 modelos Chevrolet terão Android Auto já em 2016

14 modelos Chevrolet terão Android Auto já em 2016
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Mary Barra, CEO da General Motors, anunciou que já em 2016, 14 novos modelos da Chevrolet produzidos ainda este ano, serão compatíveis com o Android Auto já em 2016.

Há mais de um ano que a integração de veículos com os principais sistemas operativos móveis é falada amplamente nos círculos automóveis, mas a parceria agora anunciada pela GM é na verdade o culminar de 2 anos de cooperação entre a empresa, a Google e a Apple, que também verá o CarPlay como opção.Android Auto

O conceito de infotainment, palavra-valise de informationentertainment (informação e entretenimento), está definitivamente em alta, à medida que os diversos fabricantes de automóveis procuram atrair clientes através de informatização crescente, capaz de tornar a experiência da condução em algo verdadeiramente multimédia. Recentemente, o gigante Nvidia anunciou que irá alienar a divisão Icera que produz chips LTE, para se concentrar – entre outras coisas – em soluções de computação para veículos, mostrando o potencial de crescimento deste mercado.

No caso da Chevrolet, o sistema foi baptizado de MyLink e tem como unidades principais ecrãs de 7 ou 8 polegadas, aos quais os equipamentos móveis serão ligados através de USB. Uma vez estabelecida a conexão, os ecrãs dos veículos replicam com exactidão o telemóvel a eles ligados.

 

O que se pode fazer com o Android Auto

O Android Auto, anunciado em Junho de 2014 e finalmente lançado em Março de 2015, é uma tecnologia que visa a possibilidade de integração e operação a partir dos ecrãs de tablier dos veículos de equipamentos móveis com sistema operativo Android 5.0 ou superior. O grande foco do Android Auto é a segurança rodoviária, e por essa mesma razão será possível interagir com diversas funcionalidades do dispositivo móvel sem ter de largar o volante ou deixar de prestar atenção à estrada, graças ao grande ênfase nos comandos vocais, embora o Android Auto seja totalmente compatível com ecrãs tácteis ou com botões físicos.android auto consola

Praticamente todas as funcionalidades dos equipamentos móveis poderão ser comandadas através dessa unidade central, incluindo a obtenção de dados de navegação e GPS, graças à utilização dos Google Maps e Google Now. Daqui se entende também, que a navegação na Internet e procura de informações na web se encontra bastante simplificada.

O sistema, no entanto, será verdadeiramente uma amálgama de informação e entretenimento, já que permitirá ainda aos condutores utilizarem apps de mensagens e comunicação de voz, ouvir música e controlar o sistema estéreo do veículo, recorrendo a apps como WhatsApp, ICQ, Skype, Google Play Music, Spotify, etc., mas obtendo igualmente informações sobre velocidade ou orientação. Deste modo, o condutor tem acesso imediato a uma quantidade verdadeiramente apreciável de informações e funcionalidades de entretenimento ou comunicação, sem ter de largar o volante por um segundo. 

O Android Auto estará disponível em breve num total de 28 marcas de automóveis, e embora a jogada da General Motors seja bastante arrojada em número, é possível que a Hyunday a tenha ultrapassado, já que têm circulado indicações que os primeiros Hyundai Sonata compatíveis com o software já terão saído da linha de montagem e deverão começar a circular em breve. Fabricantes que vão desde as mais mundanas FIAT e Mahindra, às mais exclusivas Maserati e Bentley, passando por Volvo, Audi ou Abarth, juntar-se-ão em breve ao Android Auto.

Na Google I/O 2015, foi inclusivamente anunciado o novo Android M, substituto do Android 5, e que deverá estar disponível mais para o final do ano. Embora o Android M tenha um notório foco na segurança, duração da bateria ou experiência do utilizador, o que ainda não se sabe sobre o sistema tem levado ao surgimento de vários indícios de que o Android M, quando finalizado, poderá ser incluído nos próprios automóveis. Neste caso, falaremos de um Android Auto 2, que não necessitará de ligação entre os dispositivos móveis e os sistemas infotainment dos veículos, para um funcionamento muito mais fluído e que permitirá o acesso a praticamente todos os dados do funcionamento do veículo, de velocidade, a consumos ou temperaturas do motor. 

Parece portanto que a partir de 2016, os automobilistas poderão ter ao seu alcance uma verdadeira revolução na experiência de condução, graças a abordagens como o Android Auto.

5 pecados mortais a não cometer no web design

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Já alguma vez se perguntou quais os erros que não deve cometer em web design? Já encontrou outros sites em que a sua apresentação foi determinante para ter vontade de o revisitar mais vezes no futuro ou, por outro lado, de nunca mais lá voltar?

Eis uma lista de 5 pecados em web design capazes de condenar um site ou blogue ao insucesso:

web design1 – Demasiado texto – em média, os utilizadores lêem apenas 28% do texto numa página. Invista antes em maneiras dinâmicas e diferentes de apresentação de texto, diminuindo-o em quantidade e melhorando-o em qualidade.

2 – Demorar mais de 3 segundos a carregar – aproveite o facto de as páginas web minimalistas e sem grandes efeitos serem a tendência do momento para criar um site que carregue instantaneamente, sem fazer os utilizadores esperarem.

3 – Não ser carregado em todos os dispositivos – actualmente, a maioria dos utilizadores possui um smartphone ou tablet que complementa o uso do computador, daí ser importante tornar os sites acessíveis a todos os aparelhos.

4 – Ter janelas pop-up com publicidade que incomodam as visitas – também a quantidade e estratégia de publicidade deve ser gerida sem incomodar os utilizadores.

5 – Vídeos reproduzidos sem consentimento – e, depois, descobrir de onde vem o som desconhecido na página? Bem difícil…

Um web designer informado tem sempre tudo controlado!

Há alguma maneira de inovar o web design?

Provavelmente, já há de ter reparado que a maioria dos sites e blogues que visita são muito parecidos no seu web design. A sensação de déjà vu nos seus visitantes pode ser frequente devido a imensos factores que, não diminuindo em nada a qualidade dos conteúdos ou mesmo da apresentação dos sítios da Internet, representam muito pelo contrário o quanto o tratamento do web design foi tido em conta.

A verdade é que os web designers e os programadores se esforçam imenso, tanto para se manterem atentos às tendências e segui-las, como também para tornarem os sites e blogues funcionais e fáceis de manipular, visual e informativamente apelativos e acessíveis para serem carregados em todos os diapositivos, sejam eles computadores, telemóveis, sistemas Android, iOS… Ou seja, é necessário que o seu design seja versátil, interactivo e moderno – o que, neste momento, se reflecte numa imagem minimalista.

Deste modo, é compreensível que todos os websites se pareçam uns com os outros, pois os seus objectivos são os mesmos. 

Até há pouco tempo, chegou a ser tendência haver dois designs distintos, um para dispositivos fixos e outro para dispositivos móveis, tendo em conta diferentes tipos de resolução e dimensões de ecrã. No entanto, tem-se tornado mais usual criar um só design funcional para ambos os tipos de aparelhos – responsive web design

Assim sendo, sim, é possível inovar o web designmas sempre dentro de um padrão seguro. Experimente combinar novas paletes de cores, tipos de letra, janelas e molduras…

Seja criativo e dê largas à imaginação gráfica!

3 bons motivos para comprar em lojas online

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Recentemente, descobri o mundo das lojas online. O que me manteve tão longe delas foi pensar que as transferências e pagamentos de compras não seriam suficientemente seguros, mas acabei por ceder. Apesar de todos os esquemas bancários e de roubo online de que se ouve falar, depois de descobrir métodos de pagamento alternativos (PayPal, pagamento via Multibanco, MBNet) fiquei mais descansada. Além disso, a criação de sites de compras com sistemas de segurança é cada vez mais mais significativa.

No entanto, que se desengane quem pense que comprar na Internet já é uma tendência assumida em Portugal. Segundo o site I Online, depois de efectuados alguns estudos estatísticos, 75% dos portugueses ainda prefere fazer as suas compras pessoalmente, vendo as montras. Tal como eu, uma parte significativa deste número (27%) até gosta de fazer uma pesquisa prévia, utilizando o método “à distância” apenas como Plano B.

Dito isto, tentando contrariar um pouco as tendências, tenho vindo a descobrir que comprar em lojas online traz bastantes benefícios. Estes são aqueles que mais me agradam:

lojas online1. Poder encomendar produtos de qualquer parte do mundo, com muito maior variedade

Nem sempre se encontram todos os produtos que desejamos ou de que precisamos em Portugal, mesmo em lojas especializadas. No entanto, graças à Internet, já me é possível encomendar os meus livros favoritos (por vezes, a preços bastante mais convidativos do que nas lojas ditas convencionais, físicas), em línguas estrangeiras, em sites como o Book Depository ou as várias Amazon. Por vezes, mesmo que não encomende, gosto de ver lojas de roupa na Internet e de saber como são as novas colecções, antes de me decidir a visitar a loja física.

2. Usufruir de preços mais simpáticos

Nas lojas online, quer nacionais, quer internacionais, existe sempre alguma campanha em vigor – é época de saldos quase todos os dias. Quer sejam descontos nos portes ou em compras múltiplas, campanhas de Natal, Verão, Páscoa, regresso às aulas, novas colecções… encontro sempre algum desconto que me faz ficar a babar. Além do mais, como já referi, muitos sites internacionais praticam preços-base mais baixos e, mesmo adicionando os portes, a conta final fica mais leve e compensa.

3. Comodidade e despreocupação

Fazer compras em lojas online também é uma opção para quem, à semelhança do meu caso, prefere evitar as grandes concentrações de pessoas nas lojas físicas, a confusão, a desarrumação, o barulho… Parece cliché dizê-lo, mas os sites de compras oferecem tudo à distância de um clique, sem ser necessário sair de casa, do trabalho… Hoje em dia, até é possível fazer compras a partir dos telemóveis!

A pouco e pouco, não custa nada dar uma oportunidade às tecnologias da área comercial. Eu era uma céptica no assunto e só aderi praticamente por necessidade.

Agora, parece que sou fã e, ainda que continue a preferir as lojas físicas, as lojas online já não me parecem má ideia.